sábado, 19 de abril de 2014

Honda HR-V é o nome do Vezel para as Américas


Honda HR-V (1)
A Honda não perdeu a oportunidade de apresentar o Vezel no Salão de Nova York, mas o fez já com seu novo nome: HR-V. Este nome também será utilizado no Brasil, onde Vezel não soa tão bem, a partir do início do ano que vem, quando começa a ser fabricado em Itirapina (SP).
Honda HR-V (3)
o  SUV compacto derivado do Fit será lançado nos Estados Unidos antes, no final deste ano, e mesmo assim a Honda ainda não fala em suas especificações para o mercado local, algo que só será feito na iminência do lançamento. A Honda garante apenas que o modelo será versátil e espaçoso, ao mesmo tempo que o mercado especula para ele o motor 1.5 i-VTEC de 130 cavalos.
Interessante observar que o SUV compacto segue a mesma nomenclatura do CR-V, algo que poderia beneficiá-lo ao ser introduzido no mercado. No Brasil terá como concorrentes Renault Duster, Chevrolet Tracker e Ford EcoSport.
Honda HR-V (2)
 

VÍDEO: Test drive no Audi S1 2014

Novo Jaguar F-Type RS é visto em testes


Jaguar F-Type RS flagrado durante testes
Jaguar F-Type RS flagrado durante testes nas ruas da Europa
São Paulo - O reestilizado Jaguar F-Type RS foi flagrado sendo testado nas ruas daEuropa.
Como pode ser ver na foto, a sua dianteira terá defletor e um spoiler que lembra muito o conceito Project 7, que participou do Festival de Goodwood deste ano.
Na parte traseira são visto um pequeno aerofólio, além de um duplo sistema de escapamento.
Rumores sugerem que a Jaguar irá produzir tanto o RS, como o F-Type RS-GT. A potência deve ser mantida, enquanto o peso do carro e o pacote aerodinâmico deverão ser melhorados aumentando sua velocidade.

Este é o novo Peugeot 408

Modelo é uma das atrações do Salão de Pequim
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O Peugeot 408 pode não fazer muita falta na Europa, onde as vendas de sedãs médios são modestas, mas em outros grandes mercados da marca, como a China, ele tem grande participação nas vendas. Não é à toa que a Peugeot escolheu o Salão de Pequim para apresentar a nova geração do modelo.
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Peugeot 408 2015 (1)Fiel ao design do novo 308, o 408 também faz uso da nova plataforma modular EMP2. Mudança óbvia é a adição de um terceiro volume na traseira, com lanternas que permanecem horizontais mas com recortes nas extremidades, lembrando o Mercedes Classe E pré-facelift ou o Nissan Sentra.
Para a China, as opções de motores envolverão um 1.6 naturalmente aspirado de 117 cv, um 1.8 de 140 cv e um 1.6 THP de 163 cavalos. Na Europa a história muda, com motores compatíveis com o EURO 6, como um 1.2 litros PureTech e-THP de 130 cv entre as opções.
Com sorte, a nova geração do 308 começa a ser fabricada na Argentina em 2015. Sendo assim, será questão de alguns meses para que o novo sedã também passe a ser feito por lá. Mas vale atenção: conta-se que a PSA estaria cogitando alternar o segmento de médios entre a Peugeot e a Citroën, diante do sucesso do C4 Lounge frente ao 408 e do 308 frente ao C4 hatch, que até já deixou de ser fabricado. Ou seja, a Peugeot ficaria com o hatch e a Citroën com o sedã.
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Charger e Challenger 2015: dose dupla da Dodge em Nova Iorque

Muscle-cars ganham potência e são reestilizados para o Salão
  
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Se, na Dodge, por um lado, o Viper (que agora é SRT)  anda meio em baixa, por outro os outros Muscle-Cars da montadora não estão esquecidos. O Challenger e o Charger chegam a Nova Iorque com mudanças para se manterem competitivos. Cada um adotou uma linha diferente, com o Challenger fazendo mais menções aos antecessores dos anos 70 e o Charger ficando mais moderno.
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Para o Challenger, as mudanças são mais discretas por fora. Faróis com LEDs (assim como as lanternas traseiras) e um leve redesenho na dianteira, com a grade agora dividida em dois e o capô mais alto, que reforça ainda mais a aparência musculosa do carro. O painel também inteiramente novo. E, se por um lado ficou menos clássico que na “geração” anterior, por outro ficou mais moderno, com direito a display digital na frente. 
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Em termos de motores o Challenger ganhou novidades também, chegaram para complementar a linha os 6.4 Scat Pack e 392 HEMI Scat Pack Shaker, ambas com o novo motor HEMI 6.4 V8, que produz estimados 492 cv e 65,7 kgmf. O câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de oito. Os números de desempenho são empolgantes: 0-100 km/h em 4,5 segundos e máxima de 293 km/h. 
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Já o Charger continua como o “Muscle-Car de quatro portas” da Dodge. Mas, na contramão do “irmão” Challenger, resolveu seguir linhas mais modernas sem perder o aspecto musculoso de vista. A frente foi totalmente redesenhada, com o destaque para os novos faróis de LED. O interior também foi atualizado, com novos volante, quadro de instrumentos e uma tela TFT de 7 polegadas. Em termos de motor, o propulsor mais potente à disposição é um HEMI 5.7 V8, de 375 cv e 54,6 kgfm, também disponível para o Challenger. 
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sexta-feira, 18 de abril de 2014

VÍDEO: Test drive no Novo Ford Fusion 2014


Dodge mostra Charger 2015 em Nova York

Dodge Charger 2015
Charger 2015: modelo está equipado com um motor Pentastar 3.6 V6 de 292 cv a 6.350 rpm e 36 mkgf de torque a 4.800 rpm
Dodge Charger 2015 estreou esta semana no Salão de Nova York e estará disponível nas concessionárias dos Estados Unidos até o final de 2014.
A reestilização significativa da Dodge feita no Charger começa com um painel frontal inspirado no Dart, combinado com uma grade mais estreita e faróis mais arredondados.
A empresa afirma que quase todos os painéis da carroceria foram alterados, enquanto que as luzes diurnas e traseiras agora contam com a tecnologia LED. Nas versões SXT ou RT as luzes de neblina também são em LED.
Há também um novo spoiler de três peças no modelo, que vem de série na variante R/T, além de novas rodas de liga leve de 20 polegadas.
A Dodge também oferece novas pinturas e esquemas para o interior da cabine.
O Dodge Charger 2015 está equipado com um motor Pentastar 3.6 V6 de 292 cv a 6.350 rpm e 36 mkgf de torque a 4.800 rpm.
A fabricante também está oferecendo um bloco maior, um HEMI 5.7 V8 de 370 cv e 54,5 mkfg que permite que o R/T chegue aos 100 km/h em até 5 segundos.
Estes dois motores são acoplados a uma transmissão automática padrão TorqueFlight de 8 velocidades.

Ford Maverick completa 45 anos

Exatamente 5 anos mais novo que o Mustang, carro “econômico” da Ford também foi fabricado no Brasil
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É bem verdade que o Ford Mustang é mais marcante e famoso, e 50 anos é algo realmente marcante, mas não podemos nos esquecer de outro Ford que nasceu exatamente 5 anos depois com objetivo oposto e que também tem uma legião de fãs  - ao menos no Brasil: o Maverick.
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Era o final da década de 60. A Ford já experimentava o sucesso do Mustang, o primeiro dos “Pony Car” e a crise do petróleo ainda pertencia ao futuro. Mesmo assim, buscava um veículo compacto, barato e econômico – nos padrões da época – para concorrer com carros europeus e japoneses, como Fusca e Corolla, algo que o Ford Falcon, grande e obsoleto não era capaz de fazer. 
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Sendo assim, em 17 de abril de 1969 a Ford lançava o Maverick. Custava 1.995 dólares e tinha 15 opções de cores. O sucesso foi fulminante. Ainda no primeiro ano de vendas o modelo teve 579.000 unidades comercializadas, superando o próprio Mustang. Os motores eram dois, um 2.8 de 82 cv e 17,8 kgfm e 3.3 de 91 cv e 21,3 kgfm, ambos de seis cilindros. As linhas do carro eram semelhantes as do Mustang, porém simplificadas. Apesar de tudo, não deixava de ser um belo carro. 
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Logo surgiriam outras versões. Em 1971 o Maverick recebia o famoso V8 de 302 Polegadas Cúbicas que equipava algumas versões do Mustang, mesmo com a Ford temerosa acreditando que isso macularia a imagem de seu carro “econômico”. Ela estava errada… Logo surgiam versões esportivas e até mais luxuosas, como os Maverick Sprint e Grabber e  o Mercury Comet, que por fora tinha apenas capô e grade diferente. Os dois modelos fizeram sucesso mesmo depois do estouro da crise do petróleo, em 1973 e foram produzidos, com poucas modificações, até 1977. 
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Já no Brasil…

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No final da década de 60 as operações da Ford no Brasil eram modestas. Do que restou da recém-adquirida Willys Overland conseguira criar o Corcel e manteve em linha modelos já existentes, como o Aero Willys 2600 e sua versão de luxo Itamaraty. O Galaxy já era fabricado, mas era muito luxuoso - tinha direção hidráulica, ar condicionado e câmbio automático! – e caro. O lançamento do Chevrolet Opala fez a Ford procurar um modelo médio-grande para assumir um posto intermediário em sua linha. 
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Isso motivou a Ford a criar uma das clínicas de produtos mais curiosas de que se tem notícia no Brasil: fez evento secreto, com a participação de 1.300 consumidores, onde apresentou diferentes veículos sem nenhuma identificação. Entre eles estavam o inglês Ford Cortina, o alemão Ford Taunus, o norte-americano Ford Maverick e até o Chevrolet Opala, cedido pela própria GM. O modelo preferido foi o Taunus, mas como sua produção por aqui seria inviável devido à alta tecnologia que o modelo empregava, tanto na suspensão quanto nos motores, pequenos e modernos demais para o Brasil daquela época. 
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Sobrou pra quem? Pro carro econômico, barato e concorrente do Fusca vendido nos Estados Unidos, uma atitude que seria repetida centenas de vezes pela indústria nas décadas seguintes.autowp.ru_ford_maverick_br-spec_1 
Como o motor original do Maverick era de seis cilindros e o Salão de São Paulo de 1972 já estava se aproximando, a Ford optou por produzir o modelo, adaptando o bloco utilizado pelos Willys de seis cilindros na época. O motor era grande demais para o capô do Maverick, por isso modificações precisaram ser feitas. O redesenho do coletor de escape causou queima da junta do cabeçote nos testes, sendo necessário recorrer a uma galeria externa de refrigeração específica para o cilindro mais distante na frente. A taxa de compressão do motor foi reduzida para 7,7: 1. O motor 184 3.0 de modestos 112 cavalos estava pronto para ser lançado como versão de entrada, tendo como topo de linha o V8 302 5.0 de origem mexicana, que produzia 197 cavalos. 
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O primeiro Maverick brasileiro saiu das linhas de montagem em São Bernardo do Campo em  4 de junho de 1973. Em 20 de junho acontecera sua apresentação para a imprensa no Autódromo de Jacarepaguá (R.I.P.). As versões disponíveis eram três, Super (básica), Super Luxo ou SL (intermediária) e GT (top de linha). O Super e o Super Luxo podiam ser encontrados tanto na versão coupé, de duas portas, e sedan, de quatro portas. O motor era o 3.0 seis cilindros, mas opcionalmente poderia contar com bloco V8 5.0. A transmissão era manual de quatro marchas no assoalho ou automática de três velocidades na coluna de direção. Elogiou-se muito sua agilidade, conforto e silêncio ao rodar. 
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Mas logo os defeitos do carro viriam à tona. Ele era apertado no banco traseiro, a visibilidade traseira era ruim por causa de seu formato fastback e o seis cilindros que não convertia toda a gasolina que consumia – e não era pouca – em potência. Chegava a beber mais que o V8 e andava menos que um quatro cilindros. A crise do petróleo que superava nos Estados Unidos, por aqui era um obstáculo. 
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Em 1976 o seis cilindros foi trocado por um mais moderno, quatro cilindros de 2.3 e 99 cavalos de potência, com torque de 16,9 kgfm. O 3.0 fazia 0 a 100 km/h em 19,4 segundos, atingindo pouco mais de 150 km/h. O 2.3 por sua vez demorava 17 segundos para alcançar os 100 km/h partindo da imobilidade. Se a melhora no desempenho não foi significativa o consumo foi beneficiado. O 5.0 V8, por exemplo, fazia 0 a 100 km/h em 11 segundos, segundo a Ford. 
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O Maverick não foi um sucesso nas vendas por aqui. Uma grande parte da culpa por isso ter acontecido foi o motor 3.0 de seis cilindros que bebia muito e rendia pouco. Nos anos da crise do petróleo isso foi fatal para a imagem do modelo. Os danos foram tão graves que nem o novo bloco 2.3 conseguiu apagar a fama de beberrão do Maverick. 
lancamentomaverick77[4]Em 1977 uma nova tentativa de fazer as vendas do Maverick subirem: chegava o Maverick fase 2. Esteticamente este modelo trazia nova grade, novas lanternas traseiras maiores, novas faixas decorativas, entre outros detalhes. O interior era novo. Na mecânica, a suspensão foi revisada para o uso de pneus radiais, os freios foram melhorados e a bitola do eixo traseiro estava mais larga.
A versão  LDO - Luxuosa Decoração Opcional – era novidade. O Maverick GT agora vinha com motor 2.3 de série, sendo o 5.0 V8 um opcional para os que queriam mais desempenho, sem se preocupar com o consumo. Com estas mudanças o Maverick sobreviveu até 1979, quando deixou de ser produzido. Ao todo, foram 108.106 unidades fabricadas no Brasil.

A vida após a aposentadoria

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Com a segunda crise do petróleo o preço de carros como o Maverick no mercado de usados despencou. Com o alto consumo de combustíveis e a manutenção, que havia se tornado mais cara após o fim da produção, o Maverick saiu das casas de famílias de classe média e foi para subúrbios, onde era mal cuidado. Foi marginalizado e logo esquecido.
Alguns proprietários contornavam os problemas substituindo o motor original de seis cilindros por outros, mais econômicos, o que incluía até o 4.1 do Opala, eterno rival do Ford. Apesar de tudo, alguns proprietários ainda mantinham seus carros originais. Ainda bem!
Hoje raro e valorizado por colecionadores, sobretudo na versão V8 5.0 GT – unidades impecáveis chegam aos seis dígitos -, o Maverick é um objeto de desejo, um clássico! Sem dúvidas, um ícone da indústria automotiva nacional, que completa 45 anos!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Infiniti atualiza os Q70 e QX80

Visual atualizado e novos equipamentos para a linha 2015
2015 Infiniti Q70L 
Divisão de luxo da Nissan, a Infiniti apresenta a linha 2015 dos Q70 e QX80, ambos com visual levemente atualizado e pacote de equipamentos mais recheado. No caso do sedã Q70 – conhecido anteriormente como Infiniti M – a reestilização também marca a estreia de uma versão com entreeixos longo nos Estados Unidos.
2015 Infiniti Q70L 
No caso dos sedã, as caixas de roda ganham mais destaque com os faróis mais longos e com os faróis de neblina que acumulam as luzes diurnas de LEDs. A grade também é nova e perde os frisos horizontais. A traseira estreia novas lanternas e moldura cromada para a placa. Além disso a tampa do porta malas está mais plana. 
2015 Infiniti Q70L 
A versão longa, que já era comercializada na China, tem entreeixos 14,4 cm mais longo o que garante espaço de 80 cm para as pernas de quem está sentado no banco traseiro. Os motores podem ser um 3.7 V6 de 330 cv, um 3.5 V6 de 360 cv  na versão híbrida e um V8 5.6 de 420 cv, todos com câmbio de dupla embreagem com sete marchas e tração integral. 
2015 Infiniti QX80 
Já o Infiniti QX80, que tem o Oriente Médio como principal mercado, foi atualizado para se manter competitivo mas sem mudar muito. Ele passa a contar com LEDs nos faróis, faróis de neblina e setas. Na traseira há um novo protetor para o para-choque para evitar danos em eventuais contatos com obstáculos. Novas rodas aro 22” também compõem o visual.
Por dentro a novidade fica por duas novas opções de cores para o couro que reveste os bancos, laterais de porta e parte do painel. 
2015 Infiniti QX80 
O motor continua sendo um 5.6 V8 de 400 cv, sempre com câmbio de dupla embreagem e sete marchas, mas com tração integral entre os opcionais. Ao menos sistemas como o que purifica o ar que entra na cabine pelo ar-condicionado, a conectividade com a internet e o sistema de som Bose são de série. 
2015 Infiniti QX80

Teaser antecipa Golf R de 400 cavalos

Motor 2.0 TFSI garante aceleração de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos
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Dentro de três dias o Salão de Pequim abrirá suas portas. Mesmo que falte pouco, a Volkswagen resolveu divulgar teaser de uma de suas principais atrações, o conceito Golf R 400. O “400” se refere à potência do motor 2.0 TFSI usado por ele, ou seja, 100 cv a mais que um Golf R  comum. O torque fica em 45,5 kgfm.
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Com câmbio DSG de sete velocidades e dupla embreagem mantido, assim como o mesmo sistema de tração integral 4Motion, o conceito iria de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos. A velocidade máxima é de 282 km/h.
O aumento da performance é acompanhado por um visual mais agressivo. Nota-se nos rabiscos entradas de ar maiores, rodas também maiores e o número “400” na base do para-choque. 
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Honda confirma HR-V para os Estados Unidos – Nome deverá permanecer no Brasil

SUV derivado do Fit chega ao Brasil no início de 2015
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Com volante do lado esquerdo e novo nome, o Honda Vezel surge como uma das atrações do Salão de Nova York. Rebatizado como Honda HR-V para a América, o SUV compacto derivado do Fit será lançado nos Estados Unidos no final deste ano. Provavelmente com este mesmo nome, pois Vezel não soa tão bem, o modelo será fabricado no Brasil na nova fábrica da Honda em Itirapina (SP) a partir do início do ano que vem.
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A Honda mostra o HR-V no evento mas ainda não fala em suas especificações para o mercado local, algo que só será feito na iminência do lançamento. A Honda garante apenas que o modelo será versátil e espaçoso, ao mesmo tempo que o mercado especula para ele o motor 1.5 i-VTEC de 130 cavalos.
Interessante observar que o SUV compacto segue a mesma nomenclatura do CR-V, algo que poderia beneficiá-lo ao ser introduzido no mercado. No Brasil terá como concorrentes Renault Duster, Chevrolet Tracker e Ford EcoSport. 
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