terça-feira, 22 de julho de 2014

Novo Ford Mustang terá V8 de 441 cavalos

Modelo também contará com um inédito 4 cilindros de 314cv

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A Ford revelou os números mais esperados da nova geração do Mustang: a potência e o torque dos seus motores. O grande V8 de 5,0 litros vai gerar 441 cavalos de potência e 55,3kgfm de torque, enquanto o EcoBoost 2.3 de quatro cilindros terá 314 cavalos e 44,24kgfm de torque. As duas opções de motores serão oferecidas tanto na América do Norte como na Europa, onde o modelo será vendido pela primeira vez a partir do ano que vem. Ele também é esperado para o Brasil.
O motor V8 de 5,0 litros traz uma série de características que o ajudam a "respirar" melhor, principalmente em velocidades altas. Ele vem com válvulas de admissão e escape maiores, comando de válvulas revisado e molas de válvulas mais duras para garantir o fechamento completo em altas rotações. O cabeçote também foi revisto, com aberturas revisadas para oferecer uma passagem mais livre para o fluxo do ar e dos gases resultantes da queima, e câmara de combustão redesenhada para acomodar as válvulas maiores. A cabeça dos pistões foi redesenhada, com recortes profundos para limpeza das válvulas, e o virabrequim foi balanceado para suportar a operação em rotações maiores.
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O novo Mustang terá também suspensão dianteira e traseira totalmente independentes e carroceria com estrutura de baixo peso, graças a aplicação extensiva de aços de alta resistência e alumínio.

Citroen C4 Tendance ganha opção de motor THP

Modelo chega ao mercado custando a partir de R$ 76.690

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Visando alavancar as vendas do C4 Lounge, a Citroën está lançando mais uma versão intermediária, a Tendance com opção de motor 1.6 THP de 165 cv, acoplada ao câmbio automático de seis marchas. Custa a partir de R$ 76.690.
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O C4 Lounge Tendance 1.6 THP traz o mesmo conteúdo de equipamentos do Tendance 2.0, que continua sendo vendido por R$ 66.490: ar-condicionado digital de duas zonas, bancos de couro, central multimídia com GPS, luzes diurnas de led, sensores crepuscular e de chuva e retrovisor interno eletrocrômico. 
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Até então  o Tendance só era oferecido na versão 2.0 aspirada de 151 cv, com transmissão manual de cinco marchas ou automática de 6 velocidades. O motor THP, concebido em parceria com o Grupo BMW, só era oferecido na versão top de linha, a Exclusive, por R$ 81.490.

Chevrolet Sonic Effect tem visual esportivo mas o mesmo – bom – comportamento

Bom de dirigir, modelo tem seu preço como maior desafio
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Por regra o Chevrolet Sonic ocupa a faixa de preço onde há três anos vivia o Astra. Na prática, ele é o sucessor espiritual do Corsa. Justinho, com espaço adequado para um compacto, visual interessante e bom de guiar.  E não é por causa de toda essa parafernália do Effect. Ele não precisa de nada disso para conquistar você.
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10 - apZOdwsO “efeito” se dá por rodas com acabamento grafite, capas dos retrovisores pretas, tampa do tanque de combustível esportiva e faixas na base das portas e longitudinais, sobre capô, teto e tampa do porta-malas. E mais nada, nem mesmo entre os equipamentos. Pura fantasia que casa bem com os faróis e lanternas com elementos pronunciados no corpo plástico. O que não há é algo capaz de mudar o comportamento do carro. Um Sonic LTZ daria as mesmas sensações, então dá para economizar uma graninha, já que ele é um tanto caro.
Em sua versão de entrada, LT, o Chevrolet Sonic custa R$ 49.496 e não tem MyLink. Effect é a mais cara, sai por R$ 59.890 e tem os mesmos equipamentos do LTZ, de R$ 57.996: sensores de estacionamento e de chuva, bancos em couro, transmissão automática, cruise control, faróis de neblina e rodas de alumínio aro 16”. Em resumo, são os itens que separam estas duas últimas versões da LT.
A questão é que o preço elevado para um compacto premium não é capaz de prejudicar o comportamento dinâmico do Sonic. As suspensões seguem receita mais tradicional que os Pastéis de Belém originais, com McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira. O acerto bastante rígido, garante estabilidade muito boa. O Sonic ataca as curvas sem medo, inclinando pouco a carroceria e sem revelar tendência ao subesterço até você realmente abusar dele. Não, não é um Skate - e a Chevrolet avisou isso no comercial –, e a prova disso é que ele até consegue filtrar bem a irregularidade do asfalto. 
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Quem também está por trás da boa dirigibilidade é a direção hidráulica, direta na medida certa e com peso correto para sua proposta e seu público, sem ser desconfortável em manobras. Pra melhorar, a posição de dirigir é indefectível, com pedais e volante bem alinhados e este último com regulagem em altura e profundidade. Os bancos também tem ajuste em altura e seguram bem o corpo nas curvas. Mas sim, você se senta diante daquele quadro de instrumentos que parece ter saído de um moto tão comum nos Chevrolet de hoje – e o primeiro a usar foi justamente o Sonic. 
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Tudo muito bem, muito bom…Mas o comportamento do motor importa e é ele quem faz a diferença. Se o Sonic consegue ter comportamento tão diferente dos outros Chevrolet, mesmo usando a mesma plataforma – a GSV – de Onix, Spin, Cobalt, Prisma, Tracker e do Opel Corsa,  o motor também teria que ser diferente. É o 1.6 16V Ecotec, com duplo comando de válvulas variável (Dual CVVT) e coletor de admissão variável, que gera 120/116 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 16,3/15,8 kgfm a 4.000 rpm, com álcool e gasolina, sendo que 90% do valor total já está disponível a partir das 2.200 rpm. É uma versão mais moderna daquele que um dia fez Corsa GSI e Tigra serem espertos. 
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Mesmo com o câmbio automático GF6 de seis marchas, que não é ruim, mas deve algo e não é boa vontade e nem as borboletas para trocas sequenciais – realmente faz falta algo melhor que os botões na alavanca -, o Chevrolet Sonic tem acelerações consistente e retomadas respeitáveis. É que o câmbio revela alguma hesitação com as marchas em aclives e parece patinar em algumas trocas, mas ao menos garante que o motor trabalhe a 2800rpm em sexta marcha a 120km/h. Pena que o isolamento acústico não dê conta do barulho de rolagem dos pneus a essa velocidade. Bom é que este câmbio é adaptativo e com o passar dos dias ele começa a operar de forma compatível com sua forma de conduzir.

Na Estrada

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A fusão de todos os predicados e vícios se deu em 240km de estrada, num bate e volta entre Rio de Janeiro e Volta Redonda. Retas e curvas ficavam para trás, mas o Sonic sempre transmitia segurança e a sensação de que é você quem manda nele. Mas fica evidente que o isolamento acústico merece maior atenção da Chevrolet: acima de 100km/h o barulho da rolagem dos pneus disputam sua atenção junto com o motor, mesmo em sexta marcha.
O câmbio volta a ser a questão. A qualquer momento, basta um toque mais fundo no acelerador para voltar à quinta marcha para ganhar desempenho, mas houve situação de ultrapassagem em que ele diminuiu duas marchas, de quarta para segunda, em um momento errado, culminando no motor cortando giro. A partir daí foi melhor recorrer aos botões de troca sequencial… (com Fabio Perrotta Junior)

Onde o bicho pega

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Tá bom, o Sonic é ótimo de dirigir. Mas não é perfeito. Ele tem 4,03m de comprimento e bons 2,53m de entre eixos, o que garante bom espaço para as pernas de quem vai atrás, mas mesmo que os 1,73m de largura não sejam pouco, falta mais espaço para que um quinto ocupante sente no meio banco traseiro e a Chevrolet assume isso ao ficar devendo o encosto de cabeça para ele. Ao menos garante sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. O porta-malas de 265L é pequeno para o segmento.
Fora o que já foi citado, a lista de equipamentos conta com com ar-condicionado manual, airbag duplo, freios ABS com EBD, computador de bordo, trio elétrico, desembaçador do vidro traseiro. Falta algo a mais, um equipamento que o diferencie. Nesta faixa de preço os concorrentes carregam seis airbags, controles de estabilidade e tração e ar-condicionado automático – e isso o finado Astra tinha! - , por exemplo. 
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Em termos de acabamento, o Chevrolet Sonic não tem motivos para se destacar. Os plásticos são bons, sem rebarbas e não fazem barulho em movimento, além de não parecerem mal montados, com exceção do revestimento da coluna A esquerda que lutava por sua liberdade e de ser perceptível que, quando com as portas fechadas, o vão entre a porta direita e o painel era mínimo, enquanto do lado esquerdo daria para colocar o indicador . Isso sem contar que carros que custam R$ 20 mil a menos possuem ao menos um pedacinho de tecido nos painéis das portas, e no Sonic, mesmo com bancos em couro, só há plástico.
O Chevrolet Sonic está muito longe de ser a referência em custo-benefício. Mas em matéria de prazer ao dirigir, só deixou boas lembranças. Tudo bem que não é tão vigoroso quanto o Astra, mas não dá para sentir saudades do Corsa – só do design, mesmo.
Pontos positivos:
  • Acerto da suspensão
  • Peso e relação da direção
  • Posição de dirigir
  • Pontos negativos:
  • Preço
  • Porta-malas
  • Câmbio
  • Galeria Fotos | Fabio Perrotta



    Ficha técnica

    Chevrolet Sonic Effect 1.6 AT
    ORIGEM: México
    PREÇO: R$ 59.890
    MOTOR: flex, quatro cilindros, 16v, 1.587cm³, potência de 120cv/116cv a 6.000rpm e torques máximos 16,3 kgfm/15,8 kgfm a 4.000rpm (etanol/gasolina)
    TRANSMISSÃO: câmbio automática de seis marchas.Tração dianteira
    SUSPENSÕES: McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira
    FREIOS E PNEUS: discos dianteiros e tambores traseiros; 195/65 R16
    DIMENSÕES E PESO: 4,04m (compr.), 2,52m (e.e.) e 1.203 quilos
    PORTA-MALAS: 265 litros
    TANQUE: 46 litros
    DESEMPENHO: 0-100km/h em 11,2e máxima de 180km/h (com álcool - dados da Chevrolet)

    Kia Optima 2.0 chega ao Brasil por R$ 99.900

    Versão é R$ 16 mil mais barata e fica devendo poucos equipamentos
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    Na intenção de ficar mais competitivo, o  Kia Optima agora passa a ser importado ao Brasil também com nova opção de motor 2.0, que custa R$ 99.900. A redução de preço se dá, em grande parte, pela alíquota de IPI reduzida em comparação ao cobrado pela versão 2.4, que custa R$ 115.900.
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    Poderia ser flex como o Sportage, mas o motor 2.0 16v do Optima consome apenas gasolina. São 165cv de potência a 6.200rpm e 20,2kgfm de torque a 4.600rpm. O câmbio é automático de seis velocidades.
    A lista de equipamentos de série inclui airbag duplo e de cortina, piloto automático, luz diurna de LED, câmera de ré com visor de LCD de 3,5 polegadas no retrovisor, ar condicionado digital com duas zonas e rodas de 18 polegadas. Os bancos são revestidos em couro e o do motorista conta com ajuste elétrico de altura, distância e encosto. Teto solar duplo panorâmico e faróis de xenônio são exclusividade do 2.4. 
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    Buick Envision é mostrado em evento na China

    SUV intermediário da marca pode ser exclusivo para os chineses
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    Antecipado por um conceito de mesmo nome apresentado no Salão de Xangai de 2011, o Buick Envision teve sua versão de produção apresentada em evento chinês. Ao que tudo indica, o SUV que preenche a lacuna entre o pequeno Encore – irmão do Chevrolet Tracker – e o Enclave será vendido exclusivamente na China.
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    O posicionamento se deve a suas dimensões: 4,66m de comprimento, 1,80m de largura e 1,65m de altura, com 2,75m de entre eixos. A plataforma seria inédita e seu motor um 2.0 turbo de quatro cilindros com 260 cavalos e 34kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis velocidades que envia a força para as rodas dianteiras – tração AWD será opcional.
    Mais informações deverão ser divulgadas em breve.
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    Maserati terá produção anual limitada a 75 mil carros

    Intenção da fabricante é manter a exclusividade de seus modelos
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    Vender mais e mais carros parece ser a intenção de todos os fabricantes de automóveis, mas não é bem assim. Enquanto aumenta sua gama de modelos, a Maserati também está preocupada em manter a exclusividade de seus carros. De forma semelhante do que a Ferrari faz, limitando sua produção anual a 7000 carros, a Maserati vai se limitar a 75 mil carros por ano, segundo Umberto Maria Cini, diretor de mercados internacionais da fabricante italiana.
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    A Maserati deve alcançar as 75 mil vendas em 2018, após passar por sua primeira meta de vendas, de 50 mil unidades, para 2015. Em 2013, ela vendeu 15.400 carros em todo o mundo.
    O renascimento da marca Maserati é um elemento-chave do plano da FCA que tem como objetivo tornar suas marcas rentáveis na Europa, inclusa também a Alfa Romeo. Hoje a gama de modelos da Maserati é composta por Ghibli, Quattroporte, GranTurismo e GranCabrio, mas será estendido, no final de 2015, com o SUV Levante e em 2016 com o esportivo Alfieri.

    segunda-feira, 21 de julho de 2014

    Novos SUVs compactos prometem movimentar o segmento nos próximos meses

    Serão até sete lançamentos entre os compactos nos próximos meses
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    Maior altura em relação ao solo, pneus mais largos, mais força, tração nas quatro rodas eram características indispensáveis às picapes e aos jipes décadas atrás. Mas, com o passar do tempo, eles ganharam descendentes que nem sempre estão afim do trabalho pesado e que gostam mesmo é do dia-a-dia dos grandes centros urbanos, se dando ao luxo, muitas vezes, de dispensar alguns dos atributos de seus ascendentes. Estes são os utilitários esportivos, ou SUVs, que compõem um segmento que ficará agitado com as novidades prometidas para os próximos meses.
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    Nascidos do cruzamento de picapes e jipes com carros de passeio, com sua carroceria montada praticamente sobre os mesmos chassis, os SUVs começaram a adotar chassi monobloco – como nos carros de passeio – conforme se aproximavam do mundo civilizado. O mundo descobriu que é legal dirigir em posição elevada, o que levou os fabricantes a apostarem em SUVs compactos. É uma modinha com cerca de 15 anos, mas o primeiro foi o foi o Lada Niva, criado na década de 70, quando os soviéticos precisaram fazer um jipe tendo nas mãos o projeto do pequeno Fiat 127. 
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    Culpados pelo IBAMA por ter colocado as peruas em extinção e as minivans em situação de risco, os SUVs compactos dominam as vendas de comerciais leves, ocupando dez posições da lista dos 20 mais vendidos. Não é pouco: a fórmula pegou no Brasil, e hoje ganha o mundo. 
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    A receita foi muito simplificada. A maior parte destes utilitários compactos usa a plataforma de hatches com maior altura livre em relação ao solo, pneus mais largos e, às vezes, estepe na traseira. Nessa onda é que surfam os modelos como Ford EcoSport, o Renault Duster e o Chevrolet Tracker. Apesar dos dois primeiros terem opção de versão 4X4 e do francês ainda ter 
    certa desenvoltura no fora-de-estrada, é na cidade que eles se sentem à vontade, e é justamente onde a maior parte de seus proprietários vive. 
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    Para os próximos anos meses, o segmento tende a ficar ainda mais movimentado, com a chegada de novos modelos. Alguns marcam a estreia do fabricante neste meio, mas outros reinventam a estratégia já usada em outras ocasiões. (Com Pedro Ivo Faro)
    O que vem por aí

    Honda HR-V

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    Apesar da marca nipônica ter o CR-V, faltava um modelo menor, para concorrer com EcoSport e cia. É aí que entra o HR-V – Vezel no Japão -, que usa a mesma plataforma dos novos Fit e City. O jipinho estreia em 2015 e será o primeiro modelo montado na fábrica da Honda em Itirapina (SP) . Por aqui ele terá os motores 1.5 de 115cv do Fit e 1.8 de 140 cv do Civic, com a opção de transmissão automática do tipo CVT ou manual de seis marchas, e tração dianteira.

    Jeep Renegade

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    A marca americana, que agora é controlada pela Fiat, fará sua estreia no segmento dos SUVs compactos com o Renegade. O modelo, apesar de compacto, tem vários traços que não renegam a origem (e o DNA) Jeep. Como maior destaque o Renegade terá o primeiro câmbio automático de nove marchas do segmento, sendo sempre 4X4. Os motores serão diversos, misturando os E.TorQ, Multijet e Multiair da Fiat com o Tigershark da Chrysler, estes com direito a câmbio automático de nove marchas. Ele sairá da nova fábrica do grupo em Goiana, Pernambuco, já a partir do ano que vem.

    Hyundai ix25

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    Apesar de ter uma oferta extensa de jipes de todos os portes em sua linha, a Hyundai não tem nada pequeno. Seguindo a linha de utilitários esportivos, como o ix35 e o Santa Fe, trabalha para lançar na China em breve o ix25. Ele usa a mesma plataforma do HB20, mas por enquanto será exclusivo para o país asiático. Claro que a Hyundai não deixará ele de fora do Brasil, mas pode demorar um pouco mais.

    Peugeot 2008

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    Uma que fará a estreia no segmento será a francesa Peugeot, com o 2008. O modelo já roda em outros lugares do mundo, e aqui será feito em Porto Real (RJ). A apresentação oficial se dará no Salão do Automóvel, em outubro, com as vendas se iniciando logo na virada do ano. Como motores, o 2008 terá os 1.6 flex start de C3 e 208 na versão básica e o 1.6 THP (turbo) de 165 na versão top, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

    Renault Captur

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    Sem carros importados, senão o Fluence, que é argentino e não entra pra conta, a Renault simplesmente não usa a cota de 4.800 carros que pode trazer de fora sem alíquota do IPI majorada. Por pouco tempo. Ela já trabalha para trazer da Europa o poderoso Mégane R.S. e o SUV compacto Captur. Ele usa a mesma plataforma do novo Clio, tem visual descolado e seu motor mais potente é um econômico 1.2 turbo de 120cv que, entretanto, poderia ser substituído para o Brasil.

    Volkswagen Taigun

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    Baseado na plataforma modular compacta da Volkswagen, NSF, o Taigun será baseado  na mesma plataforma do Up!. Ele já foi mostrado como conceito duas vezes: no Salão de São Paulo há dois anos e em Nova Déli em abril, e na edição deste ano do evento paulistano aparecerá prontinho para ser vendido. Uma boa novidade que pode trazer é a versão turbo do motor 1.0 3 cilindros (EA211), que gera 112cv na Europa. Na pior das hipóteses, terá o novo 1.6 16V de 120cv.

    Citroën C4 Cactus

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    Este é dos mais incertos. Com visual incomum mas uma coleção de elogios da imprensa europeia por sua “esquisitice funcional”, o C4 Cactus tem sua importação para o Brasil sob estudo pela Citroën; é que a marca tem com o que gastar sua cota de importados com os três DS e o C4 Picasso – que ganha nova geração no Brasil no fim do ano. Vale torcer para sua vinda, mas que seja com algo mais do que um motor 1.2 de 110cv.

    Audi Q7 ganha versão Ambiente no Brasil

    Com motor 3.0 TFSI, SUV custa R$ 305.900 mil
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    Maior SUV da Audi,  o Q7 passa a ser oferecido no Brasil na nova versão Ambiente. Ela custa a partir de R$ 305.900 e se destaca por ter teto solar panorâmico com acionamento elétrico, rodas de 20 polegadas, faróis bi-xenônio, bancos em couro e os dianteiros com ajustes elétricos e volante multifuncional com ajustes elétricos.
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    Entre os equipamentos também figuram o Audi Sound, juntamente com o Audi Music Inteface, conexão Bluetooth, DVD Changer, rádio com MMI, sistema de navegação e recepção de TV. O Q7 tem capacidade para sete passageiros e mimos como abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, além de câmera de ré.
    O motor é o 3.0 litros TFSI de 272 cv e 40,7 kgfm, além de transmissão automática de oito velocidades, com e shift paddles atrás do volante para trocas sequenciais. Com este conjunto o utilitário é capaz de acelerar até os 100 km/h em 7,9 segundos e atingir velocidade máxima de 222 km/h.

    Primeiro esboço do novo Skoda Fabia é revelado

    Modelo tem presença confirmada no Salão de Paris

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    A Skoda divulgou o primeiro esboço do novo Fabia. O modelo tem estreia marcada para o Salão do Automóvel de Paris, que abre as portas no início do próximo mês de outubro. O novo Fabia será 9 milímetros mais largo e terá uma altura ao solo mais curta, em 3 milímetros do que o modelo atual. O objetivo é reforçar o estilo dinâmico e esportivo do modelo.
    A Skoda escolheu o Fabia para estrear a nova identidade visual da marca, chamada de Vision-C. O novo desenho é visível em alguns do carro, como na sua grade frontal ou no desenho dos retrovisores, por exemplo.
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    Quando chegar ao mercado no início de 2015, o novo Fabia contará com as mesmas motorizações do renovado Volkswagen Polo europeu, incluindo o 1.0 de três cilindros, a gasolina, com 60 e 75cv.
    As opções movidas a diesel também receberão novidades, com a substituição do 1.6 TDi pelo novo 1.4 TDi de três cilindros com três níveis de potência: 75, 90 e 110cv.

    Novo Mazda2 tem primeiras imagens divulgadas

    Compacto japonês começa a ser vendido no início de 2015
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    A Mazda divulgou as primeiras imagens do novo Demio, compacto que fora do Japão é conhecido como Mazda2. Esta sua nova geração será uma das atrações do Salão de Paris, em setembro, e só começa a ser vendida em 2015. Ele também será produzido na fábrica da Mazda no México, mas ainda não há qualquer intenção da Mazda vendê-lo no Brasil.
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    Com 4,07 metros de comprimento, o novo Mazda2 é 17 centímetros mais comprido que seu antecessor, ao mesmo tempo que está mais largo e mais baixo. A distância entre eixos ainda ficou 1cm maior. O aumento das dimensões o aproxima do Mazda3 propositalmente: dentro de poucos anos a marca lançará o subcompacto Mazda1. 
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    O interior é simples e funcional, bem ao estilo da Mazda. Se destacam o quadro de  instrumentos digital e o sistema multimídia MZD Connect. Em temos de motores, apenas a versão Diesel do motor 1.5 Skyactiv teve detalhes divulgados: rende 105cv a 4000rpm e 25kgfm de torque entre 1500 e as 2500rpm. Bom é que assim como  o 1.5 Skyactiv à gasolina ele será oferecido com câmbios manual e automático de seis marchas. 
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    Smart não terá novo Roadster, mas pode lançar SUV

    Modelo inédito seria concorrente de Nissan Juke e Renault Captur
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    CEO da Smart, Annette Winkler, CEO inteligente, negou qualquer intenção da marca de lançar uma nova geração do Roadster, modelo vendido entre 2003 e 2005, apesar dos rumores levantados pela imprensa pelo fato da marca estar relançando o ForFour. O modelo não seria rentável para a marca.
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    - Todo mundo está interessado no carro, mas ninguém quer pagar a conta –, disse Winkler em entrevista à revista What Car?
    A mesma revista diz, entretanto, que a marca estaria trabalhando em um SUV compacto que entraria no mesmo nicho de Nissan Juke e Renault Captur. Não há qualquer estimativa de data de lançamento, mas, nas palavras de Winkler o foco da Smart agora será "maximizar o potencial do ForTwo e ForFour". Pode demorar…

    Maybach pode ter seu nome resgatado em versões de luxo de carros da Mercedes

    Modelos como Classe S e o SUV GL ganhariam acabamento sofisticado
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    Extinta desde 2012, a Maybach, antiga marca de alto luxo da Daimler, poderá ter seu nome emprestado a versões mais sofisticadas dos carros mais caros da Mercedes nos próximos anos. O primeiro seria o Mercedes Classe S Maybach, que de acordo com rumores deverá aparecer entre as atrações do Salão de Guangzhou, em novembro desde ano.
    A aparição na China faz sentido, já que o país é um dos grandes consumidores de automóveis de luxo do mundo. O nome “Maybach” poderia ser considerado uma espécie de submarca, chegando a modelos como o Classe GL da próxima geração, que se tornaria capaz de encarar os futuros SUVs da Bentley e da Lamborghini.

    Ferrari XX é flagrada em teste no circuito de Monza

    Versão de pista terá mais que os 963cv da versão de rua
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    Nada parece ser suficiente para a Ferrari. A fabricante italiana já trabalha em uma versão ainda mais poderosa do LaFerrari, seu superesportivo topo de linha. Chamado LaFerrari XX, ele foi flagrado em testes dentro do circuito de Monza. Segundo rumores, o estágio de desenvolvimento está avançado para que a nova versão esteja disponível antes do concorrente McLaren P1 GTR.
    Assim como o superesportivo britânico, a intenção do LaFerrari XX e ser extremo, mas limitado às pistas, sem qualquer pretensão de trafegar por vias públicas.
    Em termos mecânicos, espera-se que seu conjunto híbrido composto por um V12 de 6,3 litros auxiliado por um motor elétrico de 163cv, ultrapasse os 963cv da versão de rua. O preço, claro, irá muito além dos 1,3 milhões de euros pedidos por cada uma das 499 unidades do LaFerrari.

    Chevrolet Camaro tem novo recall para substituição da chav

    Sim, isso mesmo, substituição da chave…
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    Após um chamado envolvendo o conector airbag anunciado há um mês, o  Chevrolet Camaro volta a ser chamado para recall. Desta vez o “defeito” está na chave veículo, que será substituída por existir a possibilidade de contato do joelho do motorista durante determinadas movimentações das pernas, principalmente de pessoas com estatura mais alta.
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    No caso de haver maior intensidade do joelho com a chave, pode ocorrer o giro da chave no sentido anti-horário, causando o desligamento do veículo e sua parada repentina. O que pode levar a acidentes com lesões graves ao motorista, ocupantes e a terceiros. O problema será solucionado com a troca do modelo da chave de ignição e o tempo médio para reparo é de 30 minutos.
    As unidades envolvidas são praticamente todas as vendidas no Brasil, dos modelos 2011 a 2014 (cupê e conversível) fabricados entre 20/7/2010 a 1º/6/2014, com números de chassi entre B9110300 a E9318718.
    Para mais informações os clientes podem acessar o site do fabricante www.chevrolet.com.br ou ligar para o telefone 0800–702–4200.

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